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Tobis Portuguesa foi adquirida por investidores angolanos

Recentemente, a produtora de cinema Tobis Portuguesa foi adquirida por investidores angolanos pela soma de 7 milhões de euros ao Estado português.
A Tobis é um dos muitos patrimónios Portugueses adcquiridos pelos novos ricos de Angola.
Ler mais no Joranal de Angola :
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/25/galp_energia_lidera_lista_de_compras
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Outras fontes de interesse:
http://restosdecoleccao.blogspot.com/
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Jornal de angola noticia sobre a tobis

Gabela quanto ela é bela

(Note: For an English version of this article please click on the pdf format on the bottom of this page.)
Gabela,
Sede do município de Amboim, na província do Kuanza-Sul, a
Gabela é dominada pelo verdejante morro do Cruzeiro, onde
permanece um velho fortim colonial português, fornecendo
ainda, na estrada que lhe dá acesso, o espectáculo natural
das quedas de água de Binga, no rio Keve.
Foi até aos anos 70 uma das mais prósperas terras angolanas
com as suas plantações de café, que chegou a ter títulos
de um dos melhores do mundo, e floresciam em fazendas
agrícolas constituindo verdadeiras povoações – propriedades
da então toda-poderosa Companhia Angolana de
Agricultura (CADA).
Nos arredores da Gabela, a escassos sete quilómetros,
situa-se a pequena vila Boa Entrada, antiga sede da companhia
CADA, que devido à produção do café (agora abandonado
e seco pelo tempo) era bafejada pelo Caminho de ferro do
Amboim (CFA), construído entre 1923 a 1941, com os comboios
a fazerem o transporte do fruto até Porto Amboim, no
litoral (antes era escoado por caravanas de nativos), com
destino à Holanda, Bélgica, Inglaterra e Estados Unidos.
Mas, segundo registos históricos, o objectivo inicial dos
colonos portugueses não era o café, pois os dois primeiros
homens brancos a chegarem à região em 1888, provenientes
de Porto Amboim, tinham como objectivo abrir uma empresa
de comércio de tecido, cera, marfim e borracha.
Posteriormente, comerciantes, missionários e militares portugueses
apropriaram-se das plantações de café dos nativos
da região, tornando-se em novos proprietários, o que provocou
várias e grandes revoltas. Reza a história que a primeira
revolta aconteceu em 1893, quando foram queimadas fazendas
de café e envenenados os patrões. As outras registaramse
de 1895 a 1896 e em 1917, o que obrigou grande parte dos
portugueses a refugiar-se em Porto Amboim.
Perante a queixa dos colonos de inércia do Governo português
face à denominada “fúria dos indígenas”, intervenções
militares conseguiram conter as revoltas, permitindo que
Norton de Matos, duas vezes governador de Angola
(1912/1915 e 1921/1923) abrisse estradas utilizando mão-deobra
indígena a golpes de enxadas, catanas e picaretas e edificasse
a vila Boa Entrada....
ler mais aqui (pdf): http://www.taag.com/documents/Austral81Sep_Oct10.pdf
Este texto foi originalmente publicado na revista da TAAG n.81 por Carlos Lousada em 2010

Cachoeiras da Binga Angola

Expressão telúrica da angolanidade

Nascido a 19 de Março de 1928 o poeta de “Makezu” morreu fulminado por um ataque do miocárdio a 6 de Junho de 1973 com apenas 45 cacimbos cinzentos do ambiente telúrico que tão bem soube cantar nos seus versos em ruptura permanente com o cânone literário então vigente à luz da estética e ordem coloniais.
Gente amiga pediu-me que falasse de Viriato da Cruz, uma das vozes mais salientes no processo diacrónico de (re)fundação da Literatura Moderna Angolana, “démarche” que se processa não só através das leituras que lhe vinham do Brasil, mas, sobretudo, lançando luz sobre o resgate da rica tradição literária angolana engendrada desde os finais do século XIX e princípio do XX até ao princípio dos 1930 e anos subsequentes da mesma década, pelos chamados precursores da literatura angolana, tais como Cordeiro da Mata, Apolinário Van-Dúnem, Fontes Pereira, passando por Paixão Franco e desembocando em Assis Júnior e Óscar Ribas, sem esquecer a segunda fase de Castro Soromenho, na assumpão do facho nativista. Cumpre-nos, pois, prestar tributo à atenção dispensada, desde o ressurgimento do “Vida Cultural”, por esses e outros leitores assíduos. Os votos de apreço...
Ler a publicação total publicada em Janeiro 1 de 2012 no Jornal de Angola :
http://jornaldeangola.sapo.ao/17/0/expressao_telurica_da_angolanidade

Jornal de Angola artigo de Norberto Costa sobre Viriato da Cruz

Minas limpas na provincia do Kwanza Sul

Quatro milhões e 737 metros quadrados de superfície terrena, na província do Kwanza Sul, foram limpas de minas pelo Instituto Nacional de Desminagem (INAD), durante o ano de 2011.

Fazem parte das áreas abrangidas por estas operações o morro do cruzeiro...

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/politica/2011/11/52/IN...

foto da reportagem na angop sobre limpeza de minas no kwanza sul
Termos Aplicáveis: 

Rui Santos

O País publicou em Janeiro de 2010 uma entrevista interessante sobre o empresário angolano Rui Santos. A entrevista foi feita por Dani Costa.

Um artigo interessante que ilustra parte da história do desenvolvimento econômico de Angola durante as primeiras décadas apos independência.

  • Como é que um auditor se apaixonou pelas tecnologias ao ponto de hoje ser o líder da maior empresa deste sector no país?
  • Qual foi o caminho percorrido até ao surgimento da SISTEC?

http://www.opais.net/pt/opais/?det=8819

Fevereiro de 2012: Novo video, nova entrevista.

foto parcial da página na revista O País sobre rui santos
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